quinta-feira, 30 de junho de 2016

1 ano e 5 meses. Seu bebê tá crescendo rápido demais .

Observar a criança aprender a falar é uma das experiências mais incríveis de ser pai e mãe. Há crianças que disparam a falar e lá no meio aparece uma palavra inteligível. Outras aprendem a dizer uma palavra de cada vez, aumentando o vocabulário aos poucos, meticulosamente. Outras ainda usam um termo sem parar, por semanas, e depois o esquecem. 

Todas essas variações são normais. O que você pode fazer para ajudar é descrever tudo e mais um pouco. Não só as coisas, mas também sensações: "Viu como o chão está quente?" ou "Olha só que pelo macio!". 

Quando der uma volta com seu filho, andando ou no carrinho, aponte para as coisas e diga o nome delas. Procure usar palavras normais, e não só apelidos fofinhos. Logo ele vai tomar gosto e começar a mostrar e nomear as coisas sozinho. 

Se seu filho ainda não falar muito, converse com ele usando frases curtas, principalmente se ele parecer confuso quando você lhe faz perguntas ou pede para fazer alguma coisa. Em vez de dizer: "Você não está com fome? Por que então não come a bolacha?", diga apenas: "Coma a bolacha". 

Outra dica é usar afirmações ("Coma direitinho") em vez de frases negativas ("Não jogue a bolacha no chão!"). Lembre-se que escutar é fundamental para a aquisição da linguagem. Se seu filho sofre com otites ou se você desconfiar de algum problema de audição, não deixe de falar com o pediatra. 

Ponha seu filho para desenhar!

Nesta idade, as crianças adoram criar obras de arte. Se da primeira vez que você pôs um giz de cera na mão do seu filho ele fez rabiscos pela folha toda, agora pode ser que ele consiga controlar o desenho melhor, ocupando espaços diferentes do papel e talvez até tentando fazer círculos. 

Caso você ainda não tenha tentado, não há problema. Se conseguir, arranje um papel mais grosso e grude-o na mesa com fita adesiva. Giz de cera é melhor que lápis, pois traz menos risco de machucados. Prefira os grossos, pois os finos vão quebrar muito rápido. 

Outra alternativa é giz, para riscar a calçada ou o quintal. Giz molhado pode ser usado no papel e não solta tanto pó. 

Quando sair para um passeio, ou for brincar lá fora, você pode recolher folhas e pedrinhas junto com seu filho, para depois fazer uma colagem em casa. 

Nada de texturas esquisitas

Seu filho não gosta muito de pisar descalço na areia? Nem na grama? Como ele está percebendo melhor as sensações, começa a reclamar se elas são muito diferentes. Pelo mesmo motivo, pode começar a recusar alguns alimentos, menos por causa do sabor e mais pela textura na boca. Pudim, gelatina e purê, por exemplo, podem ser vítimas. 

Há crianças que não gostam de ser penteadas, outras que reclamam que a roupa incomoda. Procure ceder um pouco: arranje roupas que não apertem, use condicionador para facilitar a tarefa de pentear, distraia a criança com outra atividade na hora de arrumar o cabelo, ou brinque de cabeleireiro com ela. 

Só não esqueça de ir trabalhando para diminuir o incômodo. Quanto mais a criança se acostumar com as sensações, mais fácil será a vida de todo mundo. 

Caminhando com firmeza

Mais de 90% das crianças já andam ou estão prestes a aprender a andar com esta idade. Agora é questão de ficar mais firme. De andar para subir em tudo o que aparecer pela frente é um pulo. Seu filho vai querer subir na cadeira sozinho. 

Outro possível "feito" é querer pular a grade do berço. Certifique-se de que o estrado está na posição mais baixa possível, e nunca deixe a grade abaixada. Caso seu filho consiga escapar mesmo assim, talvez você já tenha que pensar em passá-lo para uma cama. 

Se ele já anda firme, você pode ensiná-lo a pular em um pé só, como saci. Segure-o pelas mãos e mostre como fazer. Ele vai se divertir tentando imitá-la, embora no começo acabe pulando com os dois pés mesmo. 

Você está preocupada porque seu filho não parece interessado em andar? Converse com o pediatra, pois só ele pode identificar se há algum motivo especial para o atraso. 

Enquanto isso, continue fazendo muita festa a cada passinho, e experimente dar alguma coisa para seu filho segurar enquanto tenta andar. Muitas vezes isso ajuda com o equilíbrio e distrai a criança. 

O reino do eu-sozinho

Você já mora nessa terra? Ele quer fazer tudo sem ajuda? É claro que algumas coisas não dá para deixar, mas outras você pode permitir que ele faça, mantendo-se por perto para ajudar se necessário. 

A hora da refeição é uma boa oportunidade para dar à criança certa autonomia, deixando-a levar a colher à boca sozinha (apesar da sujeira!). 

Talvez seu filho comece a demonstrar preferência por uma das mãos, mas ainda vai demorar um bom tempo para você saber se ele é destro ou canhoto. 

Por essa época é provável que a criança comece a não querer fazer uma das sonecas diurnas, normalmente a da manhã. É um período de transição que pode ser difícil para toda a família, até que todo mundo se adapte aos novos hábitos. 

Desobediência pura e simples

Você diz "Não pode mexer aí", ele olha bem para você e mexe? É duro não ficar irritado com tamanha cara de pau, mas os especialistas aconselham que você ignore esse tipo de comportamento (na prática, finja que não viu), em vez de dar uma senhora bronca. Isso evita que tudo vire motivo para um confronto entre vocês dois. 

A questão é que nesta idade a criança ainda está adquirindo autocontrole. Ela quer tudo aqui e agora. Por isso vai pedir a água naquele copo específico, vai querer usar sandália num dia de frio e não haverá Cristo que a convença do contrário. Tudo porque ela quer que seu mundo seja previsível, já que assim ela se sente muito mais segura. 

Por incrível que pareça, carinho e contato físico, além de muita calma, são o que mais resolve nessas situações. Mostre o quanto ficou feliz se ele finalmente concordar com você, mas esteja preparado para mudar rápido de assunto para tentar evitar um drama ainda maior.

Lembre-se de que esse tipo de escândalo faz parte do desenvolvimento do seu filho. Eles tendem a acontecer quando a criança está cansada, com fome ou excitada demais. Às vezes ele só quer é atenção. Nesse caso, dedique um tempinho para um abraço e um bate-papo que as coisas devem melhorar. 

Mais simpatia

A fase de estranhar pessoas desconhecidas começa a melhorar. A criança passa a criar relações específicas com outras pessoas que não só o pai ou a mãe. Fica mais fácil para ela fazer amizade com a professora nova ou dar tchau e sorrir para as pessoas na rua. 

Dica: Baby Center. 


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Criando um Minion com rolo de papel higiênico

Todo mundo adora os Minions. E agora você vai poder misturar a diversão do mundo do cinema com a brincadeira de fazer Minions com rolinhos de papel higiênico. Dessa forma, enquanto brinca, pode ensinar as crianças sobre a utilidade de reaproveitar objetos que normalmente jogamos fora sem nem perceber.
minions-papel-higienico
Com rolinhos de papel higiênico, fazemos qualquer coisa, inclusive Minions!
Está com preguiça? Tem um jeito mais simples de fazer um Minion, mas provavelmente você vai se transformar no Malvado Favorito dos pequenos, então melhor não arriscar, né?
brinquedo com rolinhos de papel higiênico
Dá para fazer Minions com caroço de manga, mas provavelmente não vai fazer muito sucesso…
Materiais necessários:
  • Rolinhos de papel higiênico;
  • Jornal;
  • Papelão;
  • Cola branca escolar;
  • Fita adesiva;
  • Fios de lã;
  • Canetinha preta;
  • Tinta amarela, preta e azul;
  • Olhos arregalados (que você encontra em casas de artesanato).

1 – Primeiro, encha o rolo de papel higiênico com jornal, assim o tubinho ficará mais pesado e rígido. Em seguida, faça uma bola de jornal e coloque sobre a parte superior do rolo de papel higiênico para formar a cabeça do boneco. Agora fixe a bola de jornal com a fita adesiva.


2 – Adicione uma camada de papel machê (feitos com jornal e cola branca escolar) na parte externa do boneco para dar uniformidade e facilitar no momento da pintura.

 3 – Pinte o seu boneco de amarelo.

4 – Para o óculos recorte círculos de papelão e na área central cole o olho arregalado (você pode substituí-lo por um círculo de papelão colar na área central do óculos e pintar o olho com a canetinha).

5 – Com a tinta preta pinte uma faixa ao redor da cabeça do boneco para forma as hastes dos óculos. Você também pode fazer a faixa simplesmente usando a canetinha preta.

6 – Para o cabelo, cole os pedaços de lã na cabeça.
7 – Agora pinte as roupas dos bonecos, macacões, vestidos, camisetas e calções.

8 – Faça os braços utilizando pedaços de jornal enrolado, depois pinte de amarelo. Corte uma das pontas do braço com uma tesoura para formar um ângulo e cole com fita adesiva ou cola quente ou no boneco. E aguarde secar.

Finalmente estão prontos seus Minions feitos com materiais descartáveis. Aproveite para interagir com seus filhos, sobrinhos, netos, alunos…
bonecos feitos com rolinhos de papel higiênico

bonecos feitos com rolinhos de papel higiênico
Brinquedo reciclado aprovadíssimo por toda a população amarela!
fonte: Mollymoo

terça-feira, 28 de junho de 2016

Superproteção dos pais é um dos fatores que impedem o brincar livre

Quando as crianças brincam livremente, adquirem habilidades fundamentais para prepará-las para o futuro. Pesquisa feita, mostrou que 94% dos pais no Brasil concordam que brincar e se sujar são essenciais para o desenvolvimento dos filhos. Apesar disso, o brincar livre está em declínio, e um dos motivos é justamente a superproteção dos pais.
Mesmo tendo consciência sobre a importância do brincar para desenvolver habilidades como expressão de ideias, empatia pelos outros, força e resistência física, memória e resolução de problemas, a preocupação com a segurança dos filhos fala mais alto, e os pais acabam por privá-los de brincar livremente.
No Brasil, 97% dos pais concordam que regras e supervisão são uma boa maneira de garantir a segurança dos filhos /Divulgação (Foto: Divulgação)No Brasil, 97% dos pais concordam que regras e supervisão são uma boa maneira de garantir a segurança dos filhos /Divulgação (Foto: Divulgação)
No estudo realizado, metade dos pais no Brasil disse não contar com ambientes adequados para seus filhos brincarem. E 97% concordam que regras e supervisão são uma boa maneira de se certificarem de que os filhos estão seguros quando brincam. Para o especialista em educação, o desafio é criar condições seguras para que as crianças possam se divertir livremente:
“Ao falarmos de liberdade para as crianças brincarem, não estamos falando para colocá-las em risco. O que estamos falando é que isso deve acontecer em locais onde a segurança delas possa ser, se não garantida, ao menos providenciada. Às vezes, nos tornamos superprotetores e, no ímpeto de impedir que os filhos tenham qualquer problema, os privamos de seu próprio senso de resiliência”
Os pais brasileiros concordam. No mesmo levantamento feito, 74% dizem que às vezes não têm certeza sobre como os filhos devem brincar, então usam regras e os monitoram para que estejam seguros. E 66% afirmam sentir que em alguns momentos exageram na supervisão porque nem sempre sabem exatamente quando a mesma é necessária ou benéfica para o desenvolvimento dos filhos. Explicam-se que faz parte do crescimento e aprendizado das crianças lidar com seu próprio senso de segurança: “Às vezes, você precisa cair, ralar o joelho, se sujar, levantar e seguir em frente, sem seus pais sempre lá para se certificarem de que está tudo bem. Esta é uma parte muito interessante de crescer: você deve aprender com seus erros, precisa cair, se levantar e sacudir a poeira. Assim, não se trata de colocar as crianças em riscos desnecessários, mas é uma questão de evitar a superproteção”.
Crianças pequenas também precisam brincar livremente  (Foto: Divulgação)Crianças pequenas também precisam brincar livremente (Foto: Divulgação)
Para ajudar os pais com dicas para estimular o brincar livre na rotina das crianças, no mês de Julho, darei várias dicas de brincadeiras, um incentivo para que as crianças vivam mais experiências com menos restrições. Em parceria com especialistas em desenvolvimento infantil, as melhores maneiras de ajudar a garotada a brincar, explorar e se sujar todos os dias serão postadas aqui. 

Beijos

Cah Teixeira 

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Junho - O amor está no ar

Junho chegou e com ele se comemora no próximo dia 12, o dia do amor e o dia dos namorados. Mas e pra quem não tem namorado como faz?
Nada ué, pois eu comemoro o AMOR, o amor que tenho pela minha pequena, o amor que tenho pela minha família.

AMOR para com o filho é tão único, tão intenso que só quem tem um filho sabe do que estou falando. É UM AMOR QUE DÓI. Mas não é uma dor doída, é dor de amor . Deu pra entender?

Amor que a gente não quer que nada de ruim aconteça, amor que a gente se anula pra cuidar dessa pessoinha tão indefesa.
Amor que cresce a cada dia e que não tem fim.
Amor pelo sorriso de todas as manhãs mesmo ou sempre quando as noites foram "punks";
Amor ao ouvir inúmeras vezes ao dia a palavra mãmã;
Amor de cada abraço, de cada carinho no rosto ou de cada beijo babado;
Amor de já saber desde pequena à oferecer aquele pedaço de pão todo babado;
Amor de te reconhecer nas fotos pela casa ou na tela do celular e gritar mãmã;
Amor que já sabe que estarei sempre ao lado dela pra quando ela precisar ou não de mim;
Amor que me fez virar mãe, que me realizou como mulher e que me escolheu pra vir ao mundo.

AMOR QUE DEUS ME EMPRESTOU E QUE AMO MUITO ANTES DE SABER QUE ELA EXISTIA.

Para mim isso é o amor.

Cah Teixeira



PS: Este texto faz parte de uma blogagem coletiva, confira mais sobre o tema nos blogs abaixo:






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